A presidente da ADPEC, Sandra Sá, e a diretora de comunicação da entidade, Aline Pinho, além da defensora pública Amélia Rocha, participaram, neste sábado, de reunião promovida por representantes do Movimento dos Conselhos Populares-MCP, ocorrida na sede do Conselho Pastoral dos Pescadores, em Jacarecanga. O encontro contou ainda com a participação de Jackson Nobre, do Escritório Frei Tito, e Rodrigo Medeiros, assessor do vereador João Alfredo, presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara Municipal.
Um dos pontos debatidos foi a referente à questão da remoção de famílias em áreas de reintegração de posse por decisão judicial. “Não discutimos a decisão do juiz, o que queremos é dignidade na hora de se remover as famílias. Que elas possam ter assegurado um tempo para retirar seus pertences, o que não acontece atualmente, e que também o governo, seja municipal ou estadual, garanta um local onde elas poderão ficar”, disse Wayne Tiago, representante do MCP.
Atualmente, de acordo com Wayne, no Ceará existem 30 terrenos ocupados que sofrerão ação de despejo. Após ouvir o relato dos representantes do movimento sobre os prejuízos material e psicológico sofridos pelas famílias removidas, a presidente da ADPEC se comprometeu a intermediar uma reunião entre os representantes do movimento e os defensores que atuam no Núcleo de Habitação e Moradia da Defensoria Pública Geral do Estado do Ceará-DPGE, com o intuito de encontrar uma saída para que a decisão judicial possa ser cumprida sem maiores danos para as famílias envolvidas.
No encontro, Sandra Sá fez uma explanação sobre o papel da ADPEC e explicou que uma das prioridades da nova gestão é aproximar a associação dos movimentos sociais.
 

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A presidente da ADPEC, Sandra Sá, e a diretora de comunicação da entidade, Aline Pinho, além da defensora pública Amélia Rocha, participaram, neste sábado, de reunião promovida por representantes do Movimento dos Conselhos Populares-MCP, ocorrida na sede do Conselho Pastoral dos Pescadores, em Jacarecanga. O encontro contou ainda com a participação de Jackson Nobre, do Escritório Frei Tito, e Rodrigo Medeiros, assessor do vereador João Alfredo, presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara Municipal.
Um dos pontos debatidos foi a referente à questão da remoção de famílias em áreas de reintegração de posse por decisão judicial. “Não discutimos a decisão do juiz, o que queremos é dignidade na hora de se remover as famílias. Que elas possam ter assegurado um tempo para retirar seus pertences, o que não acontece atualmente, e que também o governo, seja municipal ou estadual, garanta um local onde elas poderão ficar”, disse Wayne Tiago, representante do MCP.
Atualmente, de acordo com Wayne, no Ceará existem 30 terrenos ocupados que sofrerão ação de despejo. Após ouvir o relato dos representantes do movimento sobre os prejuízos material e psicológico sofridos pelas famílias removidas, a presidente da ADPEC se comprometeu a intermediar uma reunião entre os representantes do movimento e os defensores que atuam no Núcleo de Habitação e Moradia da Defensoria Pública Geral do Estado do Ceará-DPGE, com o intuito de encontrar uma saída para que a decisão judicial possa ser cumprida sem maiores danos para as famílias envolvidas.
No encontro, Sandra Sá fez uma explanação sobre o papel da ADPEC e explicou que uma das prioridades da nova gestão é aproximar a associação dos movimentos sociais.

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