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Na tarde da última sexta-feira, 27, a Adpec realizou no complexo de comissões da Assembleia Legislativa do Estado Ceará, o debate entre os três candidatos que estão concorrendo ao cargo de Defensor Público Geral do Estado: Amélia Rocha, Andréa Coelho e José Roberto da Rocha. A eleição está confirmada para o dia 7 de outubro. O debate foi assistido por uma plateia composta exclusivamente por defensores públicos, tendo este critério sido definido pela maioria dos coordenadores de campanha dos candidatos. O moderador do debate foi o jornalista Renato Abreu.

Inicialmente, cada candidato teve três minutos para apresentação, tendo sido efetuado sorteio para a ordem das falas. Em seguida, fizeram perguntas entre si e ao final responderam as perguntas dos defensores, escolhidas também por sorteio. Toda a dinâmica do debate foi estabelecida entre membros da diretoria da associação e coordenadores de campanha.

Para a candidata Amélia Rocha, o debate promovido pela Adpec é uma demonstração concreta de que o momento não deve ser encarado como disputa, mas como uma oportunidade de fortalecimento institucional. “O debate foi um espaço democrático e participativo. Conseguimos demonstrar a peculiaridade do próximo biênio e as razões pelas quais merecemos o voto e a confiança dos colegas defensores para enfrentar os desafios que se avizinham”, disse.

A candidata à reeleição, Andréa Coelho, destacou que o debate foi um momento para dialogar com os colegas acerca do que foi feito ao longo da atual gestão, e sobre as propostas para o próximo biênio em favor da Defensoria Pública, dos defensores públicos e da sociedade. “Foi, também, uma oportunidade para reafirmar o nosso compromisso com as propostas de uma gestão altiva, eficiente e democrática, voltada para as questões mais sensíveis à categoria”, pontuou.

Em sua fala, o candidato José Roberto da Rocha também destacou a importância do debate promovido pela Adpec, e ressaltou que mais que uma oportunidade de avaliar propostas, o evento permitiu que os defensores avaliassem a postura que cada um dos candidatos vai ter à frente da Defensoria Pública. “O nosso vínculo, nossa dependência, devem ser único e exclusivamente com os defensores. Defendo autonomia e isonomia com independência”, concluiu.

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