Famílias que ocupam o uma área verde no bairro Passaré decidiram que não vão deixar o local, enquanto a Prefeitura não indicar uma nova área para que eles possam construir suas moradias. Eles recusaram também a proposta feita na última sexta-feira pela Defensoria Pública do Estado em fazer um cadastro das famílias caso elas desocupassem o local.
Segundo a líder da ocupação, Ereny França, as famílias não acreditam na promessa de moradias. Os ocupantes alegam que não têm como pagarem aluguel enquanto esperam novas casas. Ereny diz que a comunidade quer iniciar a construção de casas de taipa no local, imediatamente.
Quando o movimento teve início, na metade do mês, haviam duas mil pessoas. Agora são três mil ocupando o terreno. As pessoas vieram do Barroso, Jardim União, Serrinha e comunidade Rosalina.
Nesta terça-feira, 27, às 10h30, o defensor público Thiago Tozzi, do Núcleo de Ações Coletivas da Defensoria Pública do Estado, deverá ir a comunidade ouvir as pessoas.
Fonte: Jornal O Povo, 27/01/2009

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